Cooperação econômico-comercial.


Exportação húngara: 125,6 milhões de US$, importação: 138,5 milhões de US$, no total 264,1 milhões de US$ em 2008, segundo as estatísticas húngaras. Segundo os dados brasileiros do mesmo período a exportação húngara foi 177,1 e a importação 97,6 milhões. A diferença vem do fato que os dois sistemas diferem em contar tanto a reexportação, como o comércio interno de multinacionais presentes nos dois países.

O Brasil é um dos parceiros comerciais mais importantes da Hungria na América Latina. Os representantes das empresas húngaras já tradicionais no mercado (Metrimpex, Agroinvest), têm um peso decisivo, fornecendo há décadas, no âmbito de contratos globais assinados por vários anos. Aproveitando as possibilidades do crescente mercado privado, algumas empresas (Taurus, Medimpex), empresas transnacionais estabelecidas na Hungria (Opel, Ford, Audi, GE) e de interesse estrangeiro (Leoni Kft. de Eger – composições da indústria automobilística, Albadomus, de Dunaújváros – malte de cerveja) têm lançado novos artigos em volume variável. Relações de capital: além da empresa da ENCO de São Paulo (Euro-Zolcsák), que investiu algumas centenas de milhares de US$, em 1994 a Ademco Participações investiu 1 milhão de US$ em sua propriedade do distrito de Zala. Nas proximidades de Győr, o empresário José Sabó Filho de São Paulo iniciou em 1996 um investimento para a fabricação de auto-peças com o intuito de investir alguns milhões.

O representante da Agência de Investimento e Fomento de Comércio da Hungria (ITDH) no Rio de Janeiro é o Sr. László Benkő. Em São Paulo, o presidente da Cámara de Comércio e Indústria Brasil-Hungria é o Sr. Roberto Rohonczy.